sexta-feira, 13 de junho de 2014

Top 5 animes parte 2 - Mirai Nikki (Diário do futuro)


É um mangá shönen* escrito e ilustrado por Sakae Esuno. A primeira edição do mangá foi lançada em 26 de Janeiro de 2006 pela Shōnen Ace. O mangá já foi finalizado em dezembro de 2010 no Japão. Uma adaptação de anime foi produzida pelo estúdio Asread e exibida entre 10 de outubro de 2011 e 16 de abril de 2012. (Ano do suposto fim do mundo, combina com o animes hehe). Chegou ao Brasil em janeiro de 2013 pela editora JBC com o título traduzido direto: Diário do Futuro.

O anime/mangá é um suspense bem elaborado que prende a tua atenção e você que ver até aonde isso vai dar. O personagem principal é Amano Yukiteru, um garoto perdedor-estranho-solitário que dá a sorte de uma linda garota se apaixonar por ele. Contudo, ele meio que foge dela (vai entender...). Yukiteru é um dos doze escolhidos pelo Deus Ex Machina, para batalhar entre si até a morte e aquele que vencer será o novo Deus desse mundo. Eles têm um celular onde eles anotam tudo como um diário, cada um tem um poder diferente. Yukiteru é o “first” (primeiro) e Gassai Yuno é a segunda e se apaixona por ele (é a mesma já citada). Ela é uma misteriosa assassina psicótica, mas apaixonante, se for possível ser tudo isso numa única pessoa. Nesse anime você verá o que é azar, vai querer uma garota igual à Gasai Yuno, e vai suspeitar de todas as pessoas ao seu redor. Faça as perguntas certas: Quem garante que agora mesmo as pessoas da sua cidade estão concorrendo para sucederem Deus Ex Machina? Se somente um vai sobreviver, e o casal em questão?


O final do anime não expõe todos os resultados do mangá, é omitido muitas coisas. Por causa disso foi lançado em julho de 2013 um episódio no formato ova, Mirai Nikki redail, onde finalmente aparece o final como no mangá.

(*)Shōnen (少年? lit. garoto(s)) é um estilo de mangá/anime, destinado a garotos. Refere-se a batalhas com grandes demonstrações de poder.
Fonte:
JReview

Este é parte de cinco animes escolhidos pelo autor. Acompanhe!! 

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Top 5 animes parte 1 - Another




Um romance de mistério e horror escrito por Yukito Ayatsuji e foi publicado pela Kadokawa Shoten em 29 de outubro de 2009. Este foi adaptado para mangá por Hiro Kiyohara e foi serializada entre janeiro de 2010 e janeiro de 2012. Por fim transformada em uma série anime baseada no romance com 12 episódios. Foi exibida de 10 de janeiro até 26 de março, produzida pela P.A Works.
Fonte: Wikepédia

Ao se mudar de cidade (de Tóquio para Yomiyama), o adolescente Kouchi Sakakibara entrou para a escola Yomiyama classe 3-3. Nesta havia ocorrido uma acidente misterioso na década de 70. Antes, porém, de iniciar os estudos em sua nova escola, Sakakibara é hospitalizado. Lá ele recebe a visita dos representantes de sala Sakuragi Yukari, Akazawa Izumi e Kazami Tomohiko. E antes de sair do hospital o garoto encontra num elevador descendo no andar do necrotério uma menina que tinha um de tapa olho. Seu nome era Misaki Mei. Finalmente na escola, Sakakibara tenta se habituar ao ritmo escolar. Dentre a turma, ele reconhece Misaki Mei, a mesma garota que conhecera no necrotério, mas também percebe que ela não é tratada igual aos outros alunos. Ela sequer parecia ser notada por eles, mas também nem por professores e funcionários e as aulas de Educação Física, geralmente misturam-se as turmas separadas, era separada das outras. Contudo Sakakibara não age da mesma forma que os outros e inicia uma amizade com Misaki, o que deixa seus novos amigos e tia (Reiko) atônitos. Sakakibara vai descobrindo aos poucos a história e como se tornou lenda urbana. “Pare de andar por aí com alguém que não existe” o avisam. O mistério está todo no que aconteceu no passado e na sala 3-3. Mortes misteriosas e trágicas ocorrem nesse período e descobrir o que realmente aconteceu naquele acidente que transformou o modo de vida de uma escola inteira torna-se uma das prioridades de Sakakibara Kouichi. Esse anime coloca vários filmes de terror no chinelo e dá uma nova definição para o horror e suspense. Uma experiência única, que fará você sentir medo de ir para sua escola de novo.



Por André Sam


Este é parte de cinco animes escolhidos pelo autor. Acompanhe!!

Super-heróis e Filmes


Por Neilania Rodrigues

Fui uma menina que gostava de fantasiar, assim, fui uma menina que gostava de história em quadrinhos. Nunca tive acesso à livros com historinhas infantis. Meu gosto pela leitura nasceu com os romances das coleções Julia, Sabrina, Bianca e Bárbara, (ai, olha eu denunciando a minha idade!!).  
PS. A imagem é ilustrativa,
não me lembro de ter lido esse:
Bem, foi influência da minha mãe, mas, como também tenho irmãos que gostavam de histórias em quadrinhos, eu também passei a lê-los.
Assim, quando não era muito comum, pelo menos eu não conhecia nenhuma outra garota que gostasse. Eu adorava ler as revistas da Marvel. Homem-aranha, Superaventuras Marvel, Capitão América... Eu adorava, não apenas as histórias, mas as ilustrações fantásticas!

Claro que eu tinha os meus favoritos, e como mulher, eu adorava os X-men, principalmente, por causa da Ororo e da Jean Grey, Tempestade e Fênix (não como Garota Marvel). O Wolverine não era glamourizado como aconteceu depois e o Ciclope era um grande líder, não aquele pateta dos filmes do Brian Singer, ele era o cara!
Sou meio purista sim, admito, mas é que nessa leva grande de adaptações que estão sendo feitas para o cinema, muita coisa da qual eu gostava muito se perdeu. Isso muitas vezes é culpa de algum roteirista maluco ou diretor perturbado,  que nunca leu uma história e resolveu adaptar a seu bel-prazer para fazer algo “inovador”. Ai como dói esse tipo de coisa!! 
Mas... segue ai algumas das minhas tristezas e também algumas gratas surpresas (sim, porque não pode chover o tempo todo, certo?).
O Homem-aranha, eu sempre gostei muito dele, o coitado do Peter Parker que vivia dizendo “que se no mundo chovesse rosas, na cabeça dele cairia esterco!”. E era verdade, nossa como sofria! Perdeu o tio, era pobre, tinha que estudar e trabalhar, e ainda de quebra azar no amor, perdeu a Gwen, durante um tempo as coisas não deram certo com a Mary Jane, e quando deram e ele ia ser pai, o bebê podia ter problemas, pois como sabemos, a aranha que picou o rapaz era radiotiva.
Como se não bastasse tudo isso, ele foi adaptado para o cinema e olha só... acertaram com o Tobey Maguire, eu achei muito boa a interpretação dele, não tem como você não simpatizar com aquele menino infeliz, com cara de pidão quando olha pra colega que não dá bola. Mas ai, para não contrariar o azar do pobre aracnídeo, colocaram a Kirsten Dunst como Mary Jane, e nesse momento eu tive certeza, de que quem escolheu o elenco nunca viu nenhuma história com ela. Em que a Kirsten lembra a Mary Jane, em NADA, ora!!! Ela não é interessante, não é engraçada, não é batalhadora, nem é gostosona, como nos desenhos!! Você olha e entende que o único motivo para o Peter gostar dela, é porque ele gosta mesmo de sofrer e aquele rostinho sem graça dela ajudar a tornar o dia dele mais cinza.


sexta-feira, 9 de maio de 2014

O Avião de Papel - The Paperman (2013)



Cara, assim, eu gosto de textos bem elaborados e tudo, mas vamos ficar um pouquinho na informalidade tá. 
Então, eu trago um curta-metragem de desenho animado. Ele é um dos mais fofos que eu já assisti: The Paperman, mas no Brasil o título ficou O Avião de Papel. Humm... Tá, mas tem tudo a ver...
Conta a história de um casal que se encontra por acaso porque voa dele uma folha de papel e ele, é claro, não para de pensar na garota. Bem se eu contar mais alguma coisa do filme, eu conto toda a história. Basta assistir aqui mesmo, pois está disponível no YouTube também.
O mais interessante que descobri é que para esse filme ocorrer precisou ser feita com uma técnica nova (não sei se foi de propósito ou por acaso. Ou não, apenas foi consequência dos fatos). 

Ele mistura animação tradicional e animação por computador em uma nova técnica chamada Meander (que sobrepõe desenhos feitos a mão com cenários e formatos criados digitalmente*), e utiliza um estilo minimalista em preto e brancoO filme foi produzido pela Walt Disney Animation Studios e exibido antes do filme Detona Ralph (Wreck-it Ralph). 
O filme venceu o prêmio da academia de melhor curta-metragem de animação de 2013**.

Fonte: *Spoils Me e **Wikipédia.

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Senna (2010)





(C) 2010 Universal Studios. ALL RIGHTS RESERVED


Um documentário sobre o corredor brasileiro de Fórmula 1 Ayrton Senna que venceu três campeonatos antes de sua morte em 1994, aos 34 anos.

Senna, Ayrton Senna da Silva. Um dos maiores pilotos de Fórmula 1 do Brasil e do mundo. Hoje completa exatos 20 anos que em uma curva no Grande Prêmio de San Marino, em Imola, Itália, este incrível piloto morria de forma trágica.

Mas não quero falar sobre isso e sim, sobre o fantástico homem que ele foi. Quando eu assistia às corridas de Fórmula 1, eu esperava pelo Ayrton, exatamente por ele. Fui completamente influenciada pelas narrações emocionantes do Galvão Bueno e dos outros também. Todas as corridas em que ele participava, até aquelas em que ele abandonava, eram emocionantes. Eu queria empurrar o carro dele quando estava tão devagar e via que ele iria abandonar a corrida.

Eu estava dentro do carro dele, era assim que eu me sentia. Não vou dizer que todos se sentiam dessa forma, mas eu podia sentir que havia uma grande platéia, fãs e admiradores de Senna.

Ele tinha uma garra, tentar e testar seus limites sem que fosse necessário passar por cima de ninguém. Ele queria e gostava de correr e, sobretudo, ele gostava também de ganhar. Não desistia, tentava. Seu carro, muitas vezes, não dava para terminar a corrida, ou seja, seu carro não o acompanhava. Mas ainda assim ele tentava. Em uma das corridas ele saiu direto para o hospital com dores nos braços, pescoço e ficou alguns dias lá se hidratando. Ele foi um exemplo também fora das pistas. Criou uma fundação com o seu nome, hoje cuidada pela sua irmã. Doou dinheiro a uma instituição quando teve que fazer fisioterapia devido a uma lesão no joelho e viu que muitas pessoas menos abastada que ele precisava de ajuda e, na época, pediu para não divulgarem o seu nome.
Ele corria bem em pistas secas, mas em pistas molhadas (sendo com o pneu certo, é claro) ele era o ás, o TOP GUN!!
Lembro que uma vez perguntaram ao Nelson Piquet, brasileiro e também piloto, se ele não gostava de correr em pista molhada e ele irritadamente respondeu: "não, eu não sou nem pato!".
Eu estava num trabalho numa cidade do interior do Ceará, naquele dia 1º de maio de 1994, quando soube do acidente. Senna chegou a mexer a cabeça numa das cenas mostrada pela televisão, mas era apenas reação da batida. À noite, quando cheguei em casa, não havia mais esperanças. Ayrton Senna morrera na pisa (apesar de não admitirem isso) e não pararam a corrida, deixaram continuar mesmo com o grave acidente.
Uma cena que vi depois de sua morte, foi um Senna pensativo, que olhava o seu carro, Deus sabe o quê ele pensava naquele momento. Mas se forçamos um pouquinho, supondo como ele era, ele provavelmente calculava os riscos, como o carro se desenvolveria naquela pista.
Seu velório foi uma comoção muito grande. Milhares de pessoas vieram de longe e foram prestar as últimas homenagens ao grande esportista que ele foi. 
Seja lá como for, a saudade ficou. Ayrton Senna ainda está em nossas lembranças, como exemplo de que não podemos desistir dos nossos projetos mesmo que o nosso carro não seja tão bom, mesmo que chova ou que faça sol até demais.

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Freud - Além da Alma (1962)


Esse filme conta parte da história de Sigmund Freud e como ele chegou às suas principais teorias. O filme biográfico do pai da Psicanálise é denso e dramático, abordando como sua vida teve altos e baixos (mais baixos do que altos), mas nem por isso ele desistiu. Notemos que dentre os seus pacientes, ele mesmo se auto analisou em busca de resposta para o caso de uma moça, Cecily Koertner (Susannah York), que não consegue enxergar e andar. Durante o filme ela tem avanços e retrocessos, o que deixa Freud simplesmente louco por querer entender o seu caso.


sábado, 29 de março de 2014

Você pode chorar se assistir... (atualizado)


Não é só porque eu li “A Culpa é das Estrelas” do escritor John Green, mas é o porquê eu li este livro. Nesta obra a história é sobre uma garota, Hazel Grace, em estado terminal de câncer de um tipo que se instalou nos pulmões e ela tem que andar com um carrinho com um cilindro de oxigênio que passa através de uma cânula para os seus pulmões. Ela participa de um grupo de auto-ajuda onde ela conhece Augustus Waters do qual:


A ficção – pasmem, pois não é uma história real ou mesmo baseada em fatos reais, pelo menos é o que o autor garante – virou um Best Seller, e sinônimo de boa leitura.

É claro que com uma sinopse dessa a gente meio que imagina o final do livro – pois essas coisas sempre são colocadas no fim – quem, dos dois, irá morrer primeiro? Sim, pois quem leu “Um amor para recordar” de Nicolas Sparks – o rei do “vou-matar-um-dos-dois-para-vender-mais-livros” – já pode definir o que vai acontecer no final. E Sparks é só um de muitos que fazem isso.


Mas aqui estamos falando de filmes. A Culpa é das Estrelas estreará dia 05 de junho. Conta no elenco, Shailene Woodley, Ansel Elgort, Nat Wolff, Willem Dafoe, Laura Dern, Sam Trammell e Lotte Verbeek.

Este e muitos outros filmes trazem contos de amor com parceiros doentes terminais e quem tem finais parecidos e, é claro, tem a pretensão de fazer muita gente chorar. E aqui vai as minhas sugestões.
No filme Love Story (1970) com Ryan O'Neal e Aly MacGraw, dirigido por Arthur Hiller e com roteiro de Erich Segal. O filme conta a história de Oliver Barreti IV (O'Neal), estudante de direito de Harvard e conhece a encantadora Jenny Cavilleri (MacGraw) estudante de música de Radcliffe. Os dois (é claro) se apaixonam e se casam apesar da reprovação dos pais dele. Depois de várias tentativas de Jenny engravidar, descobrem que ela tem câncer.

O filme teve uma continuação em 1978 - A História de Oliver. Esta película trata da tristeza e depressão que ele teve após a morte da amada. Contudo, ele conhece a  bem sucedida Marcie Bowet (Cândice Bergen) e Oliver fica entre a dor do amor perdido e a nova relação: como seguir em frente? 


Pois é, já deu para entender? A outra sugestão é o filme Prova de Amor (2009 - dirigido por Nick Cassavetes) com Cameron Diaz, Sofia Vassilieva, Thomas Decker, Abigail Bresli (a fofa de A pequena miss sunshine - 2006), dentre outros. A história dentre outras coisas traz o romance da adolescente Kate (Sofia Vassilieva) que tem leucemia e o jovem Taylor Ambrose (Decker).


Um amor para recordar (2002) o adolescente rebelde Landon Rollins Carter (Shane West) se apaixona pela sem graça Jamie Sullivan (Mandy Moore - também sem graça?) depois de cumprir uma sentença por mau comportamento.

Doce Novembro (2001) dirigido por Pat O' Connor, com Keanu Reeves (Nelson Moss), Charlize Theron (Sara Deever), Jason Isaacs (Chad). Nelson é um viciado em trabalho e Sara o força a morar com ela depois dele ter feito ela perder a licença de motorista. Descobrem o amor, mas há um segredo no meio disso... Você já imagina, né?



Um pouco diferente dos anteriores, P. S. Eu te Amo (2007) é baseado no livro homônimo da irlandesa Cecília Ahern. Trata da história de Holly Kennedy (Hilary Swank) que foi casa com Gerry Kennedy (Gerard Butler). Após a morte dele, ela passa a receber várias cartas dele ensinando-a seguir em frente, mesmo sem ele. Sei que parece duro demais viver após a morte de seu amado, mas neste filme o rapaz escreve nas cartas "coisas a fazer depois que eu morrer".  AVISO: sim, você corre um risco grande de chorar com esse filme. Nesse filme ainda conta com a participação de Lisa Kindrow que está muito bem.


No filme Tudo por Amor  (1991) com Julia Roberts, Campbell Scott Michael, Vincent D'Onofrio e dirigido por Joel Schumacher. Victor Geddes (Scott) é um jovem de uma família rica, que faz tratamento quimioterápico por ter leucemia. Ele se apaixona por Hillary O'Neil (Roberts), que cuida dele, mas este amor pode gerar conseqüências trágicas.

E aí? Você mais algum filme para acrescentar nessa lista? Pois tenho um que é muito legal, mas ainda não sei o final...

Como eu era antes de você (2016) é um daqueles filmes que você já chora no trailer, você tem certeza absoluta que se não levar lenços com você ao cinema seu rosto vai ficar só o bagaço, destruída. Um rapaz triste tetraplégico... (pera, que tem um olho nas minhas lágrimas...) Uma garota de bem com a vida... Bem, já entendeu, né?Estou me preparando psicologicamente para enfrentar esse filme que promete muito.

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Noé (Noah) - 2014



Como foi sugerido aqui, vamos ver se esse filme é bom mesmo, Noé (2014). Aqui está o trailer.





Diretor: Darren Aronofsky
Roteiristas: Darren Aronofsky e Ari Handel
Elenco:
Russell Crowe - Noé
Jennifer Connelly - Noéma, a esposa de Noé
Anthony Hopkins - Matusalém, avô de Noé
Emma Watson - Ila, filha adotiva de Noé
Logan Lerman - Cam, filho de Noé
Douglas Booth - Sem, filho de Noé
Kevin Durand - Ogue
Dakota Goyo - o jovem Noé
Ray Winstone - Tubalcaim, inimigo de Noé
Marton Csokas - Lameque
Madison Davenport - Na'el, a esposa de Cam
Mark Margolis - Shemihazah, uma anjo caído
Ariane Rinehart - Eva

Fonte: Wikipédia


Sinopse: Adaptação do conto bíblico de Noé. De acordo com a Bíblia, Deus estava descontente com a perversidade dos humanos e pretendia destruí-los, poupando apenas os animais e Noé, que ele considerava o único homem justo na Terra. Assim, ele deu ordens a Noé para construir uma arca e abrigar um casal de cada espécie de animal existente na natureza, afim de protegê-los do dilúvio.

Fonte: Trailers Nosferahcorp


Passando só para lembrar que é o segundo filme em que Emma Watson e Logan Lerman trabalham juntos. O primeiro foi em As vantagens de ser invisível (2012). Fica a sugestão de deste filme para quem ainda não viu e revê-lo sempre é bom.

Robocop - 2014

 

É isso aí moçada vamos assistir pois está em cartaz o reboot Robocop - 2014 dirigido pelo brasileiro "faca na caveira" José Padilha. 


Assisti ao filme ontem e posso garantir que é diversão! Visualmente é um filme muito bem cuidado e seus efeitos especiais são muito bem feitos. O roteiro apresenta e levanta questões relevantes sobre: o imperialismo (a dominação de países sobre os outros), a influência da mídia tendenciosa, o livre arbítrio, as emoções - até onde podem interferir, corrupção, honestidade. Nossa, é tanta coisa para se pensar... José Padilha e os roteiristas fizeram uma escolha interessante para esse roteiro, não fizeram IGUAL ao primeiro (sem desmerecer o primeiro que eu gosto muito), fizeram melhor. Diminuíram (um pouco) a violência - que no primeiro é fortíssimo - e se focaram na história.  Eu acho que ficou muito bom!

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Como é bom mudar!

Exatamente, como é bom mudar.

Desse modo podemos entender que não é preciso que tudo seja como era antes. Vivemos novos tempos, novas visões.
Vejam só o Capitão Kirk, interpretado por Chris Pine, da renomada e renovada - talvez renovada não seria a palavra correta, pois tem um novo começo -




Star Trek, continua sendo um cara garanhão, mas por sorte o diretor do filme, J. J. Abrams, gosta mais do lógico Sr. Spok e lhe deu uma linda namorada, Uhura, interpretada por Zoe Saldana - poliglota, inteligente, personalidade forte e decidida.  Spok, intepretado por Zachary Quinto, é tudo! 





Em 007 - Operação Skyfall, é Bond, James Bond, que aparece com cara derrotada, abatido e aparentando velho demais para ser um agente da Corôa. Uau, que mudança. Ele continua pegando as mulheres, mas depois que ele perde a namorada, ele fica um pouco mais quieto. Outra mudança é que nesse filme Bond para a missão, recebe apenas um rádio transmissor e uma pistola. Bons tempos em que ele recebia um carro cheios de armas e outros artefatos que no final ele sempre ou quase sempre destruía. 
Será que já está na hora de trocar o agente mais conhecido do mundo por outro britânico, galês ou escocês ou sei lá... Já teve de tudo um pouco mesmo.

E por falar em velho e feio...

Em Caça às Bruxas, com Nicolas Cage, é Behmen um cavaleiro das cruzadas que resolve desertar e juntamente com o seu amigo Felson, Ron Perlman. Nesse filme, Cage está com cara derrotada, velho e feio, bem diferente dos outros papéis que ele tem o costume de fazer.